Compositor: Sergio Sosa, Ulises Bueno, Luis Tapia
De novo
A noite cai sobre mim e você aparece de novo
Você costuma chegar suando frio
Sabendo do meu jeito e do meu dom de pecar
A musa proibida
A que não devia
De repente, está aqui
De novo
Meu pulso acelera quando a sua nudez se revela
Miragem de felicidade fugaz
Você vai ser minha propriedade por algumas horas
A musa proibida
A que não devia
De repente, está aqui
Alerta, perceptivo e tão desperto
É que caminho pelo vento, sem ar, até te encontrar
Boêmio, extravagante e sem medos
Me perdi no inferno por querer roubar seus beijos
E essa cruz
Com o peso da alma
Com você aqui
Não pesa nada mais
A musa proibida
A que não devia
De repente, está aqui
De novo
A culpa vira um tiro no meu peito
E começa a amanhecer
Os olhos cansados de tanto tentar apagar
Infernos da alma que não têm paz
E eu volto pros seus beijos
Que não têm dono
Nem piedade
Alerta, perceptivo e tão desperto
É que caminho pelo vento, sem ar, até te encontrar
Boêmio, extravagante e sem medos
Me perdi no inferno por querer roubar seus beijos
E essa cruz
Com o peso da alma
Com você aqui
Não pesa nada mais
A musa proibida
A que não devia
De repente, está aqui
Alerta, perceptivo e tão desperto
É que caminho pelo vento, sem ar, até te encontrar
Boêmio, extravagante e sem medos
Me perdi no inferno por querer roubar seus beijos
E essa cruz
Com o peso da alma
Com você aqui
Não pesa nada mais
A musa proibida
A que não devia
De repente, está aqui
De novo
De novo
De novo